não sinto nada
nem dor nem amor
estou inerte e ivunerável
o silencio consome meu tempo
traço meus caminhos ilusórios
chego a realidades utópicas
me destruo, me perco
mexo a cabeça e me preparo
o tempo para, apaguei?
cabelos barba e unhas crescem
minhas cicatrizes são marcas do passado
minha mente está em chamas
estou perdido?
mas não é o fim
só uma pausa
ainda não
enquanto tiver vontade
descançar para alimentar as vontades
descançar com meus sonhos
pois depois que acordar
estarei pronto para lutar
só estarei começando
pois tudo é repetição
outro round, como estarei dessa vez?
meu início é o declínio humano
lutar e acordar mais forte
tudo perde o valor
os valores foram deturpados
'para evolução'
quinta-feira, 30 de julho de 2009
o homem velho e a morte
o jardim está vazio
as flores caem
a 'pequena criança' brinca
a raposa está no mato
ela sente o cheio inocente
a chuva escorre pela rua
as flores caem na calçada
o homem* beija a sua mulher e sai de casa
o assassino* o espera' do outro lado'
está tudo calmo e frio
o disco chega ao fim
o homem* velho bebe um drink
a morte* vira a esquina e entra no bar
pede um cigarro ao velho*
ascende sedutora
e diz ao velho homem*
eu te eu te desprezo
ela ve o dono do bar
e o beija
ainda chove na rua
o homem* vai para casa
olha a foto de sua 'filha'
e continua andando pelo corredor
passa pela sala e vê a tv ligada
senta na poltrona e ve um cigarro no cinzeiro
ele fecha os olhos e não os abre mais
o assassino* compriu seu destino
foi um presente da morte*.
as flores caem
a 'pequena criança' brinca
a raposa está no mato
ela sente o cheio inocente
a chuva escorre pela rua
as flores caem na calçada
o homem* beija a sua mulher e sai de casa
o assassino* o espera' do outro lado'
está tudo calmo e frio
o disco chega ao fim
o homem* velho bebe um drink
a morte* vira a esquina e entra no bar
pede um cigarro ao velho*
ascende sedutora
e diz ao velho homem*
eu te eu te desprezo
ela ve o dono do bar
e o beija
ainda chove na rua
o homem* vai para casa
olha a foto de sua 'filha'
e continua andando pelo corredor
passa pela sala e vê a tv ligada
senta na poltrona e ve um cigarro no cinzeiro
ele fecha os olhos e não os abre mais
o assassino* compriu seu destino
foi um presente da morte*.
domingo, 26 de julho de 2009
pêndulo
navega sob a tempestade
contra a correnteza do rio negro
o medo me indagou
nada de importante
teria sido tolo?
crei que não
sob aquela força era mais certo
passar pelo frio sem baixar a cabeça
sentindo tão cruel que é a natureza na polis
porém, era mais um cão raivso procurando descanso.
passei pelas barcas negras dos confins e todas me miraram
aqueles olhos raivosos e crueis
mas miraram com respeito
pois nenhuma sentiu meu cheiro, nem meus vícios
nem meus temores.
lobo ancião
tem mais faro que os cães da barca
e mais coragem que os flagelados das margens do rio.
agora, a chuva lá fora parecia um estalar de ossos
cidade carnaval, cheia de alegorias de concreto e metal
de nada mais valem seus avisos e alertas
estou em casa, agradeço por estar afastado da selvageria humana
tiro minha roupa de comandante, astuto pirata dos rios
os ultimos momentos antes de desmanchar, belo morfeu
forte centauro, maldito narciso..
desmancha e pensa, pensa e vê, vê e lembra, lembra e sonha
e lá também vê barcas negras, e preve um inferno ainda maior
vê os chacais das barcas farejando os impuros
pobre grande mago
caçado pela inquisição
contra a correnteza do rio negro
o medo me indagou
nada de importante
teria sido tolo?
crei que não
sob aquela força era mais certo
passar pelo frio sem baixar a cabeça
sentindo tão cruel que é a natureza na polis
porém, era mais um cão raivso procurando descanso.
passei pelas barcas negras dos confins e todas me miraram
aqueles olhos raivosos e crueis
mas miraram com respeito
pois nenhuma sentiu meu cheiro, nem meus vícios
nem meus temores.
lobo ancião
tem mais faro que os cães da barca
e mais coragem que os flagelados das margens do rio.
agora, a chuva lá fora parecia um estalar de ossos
cidade carnaval, cheia de alegorias de concreto e metal
de nada mais valem seus avisos e alertas
estou em casa, agradeço por estar afastado da selvageria humana
tiro minha roupa de comandante, astuto pirata dos rios
os ultimos momentos antes de desmanchar, belo morfeu
forte centauro, maldito narciso..
desmancha e pensa, pensa e vê, vê e lembra, lembra e sonha
e lá também vê barcas negras, e preve um inferno ainda maior
vê os chacais das barcas farejando os impuros
pobre grande mago
caçado pela inquisição
caminho do forte
caminha de pés descalços
seus pés não alertam frio nem dor
ele não tem mais esperança
logo também não sente medo
a esperança é o vicio da impotência
ele está preparado, para tudo
os pés cortados pelas pedras do caminho
sacrificados pelo desconhecido
suas pernas firmes, ele não fraqueja
seu corpo é puro musculo
revestido de cicatrizes
caminha com orgulho
é glória ter ido tão longe
fecha os olhos e olha para si
o caminho o transformou numa escultura viva
os fracos desistem ou morrem
ele se tornou forte
seus pés não alertam frio nem dor
ele não tem mais esperança
logo também não sente medo
a esperança é o vicio da impotência
ele está preparado, para tudo
os pés cortados pelas pedras do caminho
sacrificados pelo desconhecido
suas pernas firmes, ele não fraqueja
seu corpo é puro musculo
revestido de cicatrizes
caminha com orgulho
é glória ter ido tão longe
fecha os olhos e olha para si
o caminho o transformou numa escultura viva
os fracos desistem ou morrem
ele se tornou forte
fim da aurora
o cigarro ainda brilha
os punhos abertos, estagnados
o vento desliza sobre a terra
a boca beija a morte
a fumaça desce gentil aos pulmões
o fogo brilha ao pequeno tempo
que se escorre
estou só, com meus pensamentos
dominante e dominado
a aurora ja passou, o dia começou
e agora.....
não existe premio de consolação
muito menos consolo
o dia passa frio e enebriado
sim, amanha é mais um dia
estou em pé, pronto
não existe tempo de cicatrização
os punhos ainda doem, lutar e lutar
nunca é tarde, porém
nunca é cedo
o sangue pinga e beija a terra
ela agradece sem paizão
meus joelhos doem, mas não falho
não tenho tempo para falhas
nem para fraquezas
sinto dor nos cotovelos
parecem que vão se desgrudar deixando meus braços ao leo
lembro de ser forte, manter o equilíbrio
caminhar na estrada do tempo
sei que um dia vai acabar
os punhos abertos, estagnados
o vento desliza sobre a terra
a boca beija a morte
a fumaça desce gentil aos pulmões
o fogo brilha ao pequeno tempo
que se escorre
estou só, com meus pensamentos
dominante e dominado
a aurora ja passou, o dia começou
e agora.....
não existe premio de consolação
muito menos consolo
o dia passa frio e enebriado
sim, amanha é mais um dia
estou em pé, pronto
não existe tempo de cicatrização
os punhos ainda doem, lutar e lutar
nunca é tarde, porém
nunca é cedo
o sangue pinga e beija a terra
ela agradece sem paizão
meus joelhos doem, mas não falho
não tenho tempo para falhas
nem para fraquezas
sinto dor nos cotovelos
parecem que vão se desgrudar deixando meus braços ao leo
lembro de ser forte, manter o equilíbrio
caminhar na estrada do tempo
sei que um dia vai acabar
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